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A Mulher Certa

claudiaoliveira23[gmail]com

A Mulher Certa

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Fui ver os Minions

 

 

 

 

 

 

Fui ao cinema ver o filme Minions com a família. Fomos cedo para não corrermos o risco de termos a sessão esgotada. Esgotou, uma fila imensa na hora de entrar. Ficámos num lugar jeitoso no meio da sala. O filme é bastante engraçado. Ri tanto. A minha mãe  disse que não se ria assim há muito tempo. Tem cenas tão parvas que se tornam divertidas. A sala ria em uníssono. Os miúdos portam-se melhor do que alguns adultos na sala de cinema . Não é uma obra prima, é um filme para a família. Oferece aquilo que promete, diversão.

Óbvio que iria falar no assunto

Calar é morrer ou assumir culpas. Descansada da minha vida, ao ligar a internet tenho uma notificação no twitter. Alguém (dizer “alguém” é uma indirecta?) dizia que eu tinha mania porque andava a dizer que outra pessoa tinha a mania porque essa tinha recusado participar numa troca de prendas no natal. Por acaso eu tenho a mania. Já assumi várias vezes. Nem acho que seja uma ofensa. Nem qualidade. Só um traço de personalidade. O problema foi o resto da acusação. Não sou mesquinha ao ponto de achar que alguém tem a mania porque não quer participar numa troca de prendas. Apenas fiquei triste com a ausência de respostas. Expressei o mesmo num texto. Não tenho paciência para birras. Agora entendo a ausência dessas respostas! Está mais do que explicado! Eu nunca achei que a outra pessoa tivesse a mania. Pelo contrário. Respeito-a, acho-a humilde. E olhem que não ganho nada em elogiar essa pessoa. Ela não me paga, não me beneficia em nada. Quando digo nada, é mesmo nada. 

 

Óbvio que eu confrontei a acusadora. Troca de palavras em privado (em público é tão feio!), tive a oportunidade de expor a minha posição. Não concordamos. Pontos de vista diferentes. Sem dúvida! Ela acha que mando indirectas (ainda estou para entender a quem) e até foi buscar uma lista. Frases: “os meus vídeos não têm edição, são vintage”; “a mim ninguém me diz como me devo comportar na blogoesfera”; o post sobre o movimento “stopthehate”; “as pessoas põem gostos nos vídeos sem verem. Tá mal”.

 

Vamos por partes.

 

Os meus vídeos não têm edição, são vintage. Não têm. Ela acha que devia ter deixado um comentário no vídeo da Chris. Não, não tinha de deixar comentário no vídeo de ninguém. E o meu comentário é sobre os meus vídeos, não é sobre os vídeos de ninguém. A Chris tem vídeos com edição, respeito o seu trabalho e acho os vídeos muito bons em termos de edição. O que tem o meu comentário de ofensivo? Nada.

 

A mim ninguém me diz como me devo comportar na blogoesfera. E não diz. Leio constantemente textos com regras sobre o assunto. E até existem formações. Não concordo. Disse-o. Indirecta? Mais directa era impossível. Houve um movimento “stopthehate” no youtube. Entrei em contacto com a pessoa perseguida e dei-lhe o meu total apoio. Frisei que não iria fazer um vídeo sobre o assunto porque não concordava com esses vídeos. No vídeo de outra pessoa deixei comentário sobre o assunto. Concordo em alguns pontos mas tenho uma opinião muito pessoal sobre o tema. Iria escrever um texto sobre isso. E escrevi. Escrevi um texto sobre críticas negativas. E continuo a ser da opinião que ninguém aceita críticas negativas, mesmo que construtivas. Em momento algum desrespeitei as pessoas que fizeram os vídeos. Mais uma vez fui directa. O meu post diz tudo.

 

As pessoas põem gostos nos vídeos sem verem. Tá mal. E é outra verdade. Na minha opinião. Não há aqui nenhuma indirecta. É directa, clara. Primeiro deviam ver os vídeos e depois escolher. Por vezes, vejo vídeos de meia hora com vários gostos com menos de um minuto online. Por vezes, gravamos um vídeo durante meia hora e as pessoas não assistem sequer a mais de dois e colocam gosto. Tanto trabalho para nada. Eu acho que está mal. Posso? Ofendi alguém? Até estou a defender o trabalho da comunidade. Ou acham que devíamos todas colocar gosto sem ver os vídeos?

 

Não gostarem de mim, tudo bem. Não gostarem do que eu escrevo, tudo bem. Não gostarem dos meus vídeos, tudo bem. Falarem mal de mim, tudo bem. Deixarem de colocar gostos nos meus vídeos, fazer comentários, subscrever o meu canal, tudo bem, tudo bem. Não me acusem de não dizer as coisas de forma directa porque mais directa do que sou no Facebook e no meu blog é impossível. Repito, não são ataques pessoais. Tenho direito à minha opinião. Deus me livre de atacar pessoas que respeito ou gosto. Era contraditório. Parece-me que tudo o que escrevo tem um tom crítico e negativo. Estou a imaginar a cena. A reunião. Como se não soubesse o que a casa gasta...

 

Fiquei a entender algumas atitudes de terceiros ao longo destes meses. Que atitudes? Afastamento! Óbvio. Até deixaram de responder aos meus comentários. Enfim. E eu sem nada saber. É triste. Grande desilusão.

 

Ter opiniões diferentes não faz de mim uma pessoa odiosa. Ter a coragem de dizer o que penso não faz do que penso um ataque seja a quem for. Quando digo que gosto, gosto. Como escrevi ontem no twitter: “não sigo quem não gosto, não leio quem não gosto, não comento quem não gosto, não coloco gosto quando não gosto”. Peço o mesmo. É isso que eu faço.

 

Não pertenço a grupos, não presto vassalagem e sou fiel aos meus princípios. E não, não temos de fazer tudo o que os outros fazem para ser aceite e respeitada. E isso, normalmente ofende muita gente. Ser diferente tem um preço.

 

E ser frontal não é dizer a alguém “não gosto de ti”. Isso é ser mau.

 

Obrigada. De nada. Fui clara?

Onde queres chegar com o teu blog?

Conversa puxa conversa, fomos parar a um tema que gosto bastante. Blogues. A pergunta em cima da mesa era, "Onde quero chegar com o blog?". A lado nenhum, respondi. Não tenho qualquer intenção, não quero fama, reconhecimento, nada. Não quero publicidade, nem produtos de borla. Este blog é igual a milhões de blogues que andam por aí. Normalíssimo. Banalíssimo. Diário, mãe de uma bebé recentemente e mais nada. Há uns anos atrás recebi prendas mas ninguém me obrigou a fazer publicidade. Eu recebia e não contava nada. Deixei de receber, claro. Cheguei a receber um Samsung para divulgação, nesse caso, fiz. Já ganhei algum dinheiro mas nada de especial. Não é, nunca foi o meu objectivo. Só quero, e gosto de, partilhar. Claro que quero ser lida, mas não sonho com o primeiro lugar nos blogu mais lidos. Nem ando a disputar com outros blogs. E sei que não tenho capacidade para tal. Sei que este blog é uma formiga. Sou uma ovelha fora do rebanho, não aceito convites (acho que fui a dois lançamentos de livros), não quero pertencer a nada. Sou individualista, tenho os meus interesses mas não quero fazer deste blog o meu trabalho. Mas adorava trabalhar em casa. Apesar de não ser disciplinada o suficiente. Sobre o meu canal no Youtube a coisa muda de figura. Tenho alguns objectivos. Quero chegar a mais pessoas, quero atingir outro patamar. Mas se não conseguir também não faz mal. Quando comecei o canal não tinha objectivo nenhum para além de partilhar as minhas leituras. Agora tenho publicidade, tenho um contrato com uma empresa de publicidade mas ganho muito pouco, não dá para comprar um livro por mês. Preciso de fazer mais e melhor. Mantenho outro blog, ligado ao canal ( amulherqueamalivros.blogs.sapo.pt) e apesar de poucos leitores gosto daquele cantinho. Nem toda a gente espera ganhar dinheiro com os blogs, nem toda a gente quer cinco minutos de fama (já tive os meus, estive no Canal Q duas vezes! escrevi para uma revista e fui paga!), nem toda a gente quer ir a festas comer de borla. Eu, por exemplo, só quero ter a minha vida e trocar umas ideias. 

A Maria Vieira devia ter um blog

Vamos pensar nisto com carinho? A Maria Vieira anda sem trabalho e precisa de deitar cá para fora aquilo que amarga o seu coração. Tem feito um lindo trabalho no Facebook mas um blog é outra dimensão. Vamos fazer uma petição? Acho que a blogoesfera precisa de bloggers como a Maria Vieira. Mulheres com opinião, sem medo de mostrar aquilo que pensam. Sem publicidade escondida. Irritadas com a vida, sem a felicidade com duração de 24 horas. Mulheres que não gostam de desporto mas falam no peso das outras. Mulheres que não precisam do blog para editar um livro porque já editaram quatro. É isso. Estou a apoiar esta ideia. Que por acaso, fui eu que a tive. 

Factura? Sim, se faz favor

Peço factura na maioria das vezes. Reparo que existem lojas que não gostam dos clientes que pedem factura. Reparo que alguns fingem que as facturas nem existem. Elas existem! Tenho várias experiencias para contar. Há pouco tempo fui a uma loja a Torres. Fizeram a conta numa máquina de calcular, pediram-me o valor total. Eu paguei mas pedi factura. Deviam ter visto a empregada. Super agressiva a fazer a factura. Fez-me imensas perguntas, só para me chatear um bocadinho (ou na esperança que eu desistisse). No final, deu. Chateada, mas deu.

 

Tenho ido algumas vezes ao fotografo. Nunca, mas nunca, me dão factura. Esses deviam ser fiscalizados de alto a cima. Assim como alguns cabeleireiros. Agora só corto o cabelo com factura no fim. Caso contrário, não pago. Estou a falar a sério. Eu sei que dá jeito para alguns empresários, mas assim não é justo. Muito menos para quem paga. Outro caso são as vendas online através do facebook. Nunca passam factura. A primeira loja que vi a passar factura foi o BebéClassic. Dentro da minha encomenda, vinha a factura. 

 

Actualmente, junto as facturas todas. Principalmente, de restauração. Ainda não registei nada no site das finanças, mas tenho de tratar disso. 

 

Adenda: Eu sei que nao preciso de registar as facturas. Só no caso de estas não terem sido registadas. 

O programa A Minha Vida Dava Um Blog na SIC Mulher

O novo programa da SIC Mulher chama-se A Minha Vida Dava Um Blog. Acabei de ver agora o primeiro episódio. É apresentado pela Mónica do blog A Mulher é Que Manda e pela modelo Ana Sofia do blog Universo da Ana Sofia. A primeira grande convidada foi a Pipoca Mais Doce. Só podia. É a maior blogger portuguesa. Gostei muito de a ver. Gostei do programa no geral. Acho que a apresentadora Ana Sofia podia ter feito melhor o trabalho de casa. "Escreveste um livro...". A Pipoca já tem dois livros! Entre outras falhas, a apresentadora parecia uma aluna, a Pipoca a professora.

 

Quanto à Mónica... não sei. Gosto do trabalho dela quanto blogger mas a Pipoca seria uma melhor apresentadora para o programa. Sério! O programa é a cara dela! Ela é que percebe do assunto! Vou continua a ver o programa religiosamente. Adoro o mundo dos blogs, não é segredo para ninguém. Ah, achei a rubrica Top Post muito fraca. Mesmo, de todo. Gostei de rever a Maria Guedes. Ela é gira, sabe falar, tem presença, sigo-a do inicio, antes de ser conhecida. Adoro-a. Quanto ao blog A Farmácia de Serviço nao é blog que goste muito de ler mas foi bom dar a conhecer o trabalho do jornalista Paulo Farinha. 

 

No próximo programa a Catarina do blog Dias de princesa vai ser entrevistada! Estou super curiosa. Li o seu último livro e adorei. Acho que é a bloger mais inspiradora dos tempos actuais. O programa é fresco, actual e original.

 

Estava na hora de dar voz aos bloggers portugueses!

Regresso ao emprego

Não quero regressar ao emprego por motivos pessoais. Um deles é o nascimento do meu filho. Gostava de ficar com ele mais uns meses. Os outros motivos prefiro guardar para mim. Contudo, o regresso ao emprego vai levar algumas mudanças da minha parte. O profissionalismo, o empenho e o desejo de melhorar. O afastamento e em conversa com alguns colegas de trabalho fiquei a perceber assuntos que nunca tinha dado conta. Quero comportar-me. Não quero que falem de mim como falam de outras pessoas. Não quero que me apontem o dedo. O mercado de trabalho está complicado, preciso de ser mais empenhada e dedicada. Não vou ser a mesma. Mesmo sem vontade de regressar tenho noção da realidade e da sorte que tenho. Não quero ser acusada de desleixada ou  preguiçosa. Abri os olhos. Os maus exemplos dos outros servem para nos alertar. Quero trabalhar. 

Grávidas e o emprego

Existem actualmente empresas que obrigam mulheres a assinar uma declaraçao em que se comprometem em nao engravidar durante um prazo de cinco anos.

 

Não me surpreende. As mulheres tem medo de engravidar nos dias que correm. Devido à elevada taxa de desemprego e poucas vagas no mercado de trabalho, engravidar pode ser um problema para algumas. Os empresários preferem não arriscar. Uma mulher grávida é uma grande chatice. Uma pessoa fora do local de trabalho durante quatro ou cinco meses aumenta o trabalho para alguns, estraga o plano de férias para outros, obriga à contratação de alguém temporariamente. Anunciar uma gravidez ao patrão nem sempre é fácil. Eu não tive esse problema, pelo contrário. Mas há quem tenha. Custa-me ver situações destas. Custa-me ver que algumas mulheres adiam os seus sonhos com medo de perder o sustento, a independência.

 

Muitas mulheres são mandadas embora. A lei diz que as protege. Não é bem assim. Alguns patrões enganam as leis. Alguns fazem chantagem emocional, pressão. No mundo do trabalho o que conta é o dinheiro, não são os valores. Infelizmente ainda é assim. Devíamos protestar, faz ouvir as mulheres, para situações destas não continuarem. Casos destes não deviam ser abafados pelo medo. 

 

Com a entrada do Gustavo no infantário é inevitável que ele fique doente. É inevitável que precise de faltar para cuidar dele. Ninguém falta pelo prazer de ficar em casa. As mães têm necessidade de falta para tratar das suas crias. O mundo não é perfeito, a vida não é cor de rosa. Algumas pessoas não entendem (colegas de trabalho, por exemplo). Normalmente essas pessoas são mulheres que ainda não foram mães. A pressão não existe apenas da parte do patrão/chefe. A sociedade no geral acha que ser mãe é fácil. Que as mães já têm privilégios que cheguem... Nao temos. 

 

O que acontece neste mundo é uma enorme injustiça! Precisamos todas de muita força. 

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