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A Mulher Certa

claudiaoliveira23[gmail]com

A Mulher Certa

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Tão bom

Compras de natal feitas. Todas. E novembro ainda nem começou. Só falta a árvore de natal, mas não passa deste fim de semana. Deus me livre as filas e os centros comerciais nos próximos tempos. Longe. Vou concentrar-me nas receitas. E no meu pequenino. Será o nosso primeiro natal juntos. E se vocês soubessem o quanto sonhei com este quadro familiar saberiam o tamanho da minha felicidade.

Eu fui: Curso de Cozinha Bimby

Olá,

venho só contar a experiência de ontem no curso de cozinha Bimby.

Quem compra uma Bimby tem direito a um curso de cozinha. Um ano depois fui ao meu curso, na sede no Oriente. Cá vai. Ah, quem não tem agente pode ser adoptado por outro agente. Todos os compradores da Bimby precisam de uma demonstração e podem pedir!

Fui muito bem recebida. Enormes sorrisos e um pedaço de trança para provar. Maravilhosa por sinal. Melhor que a minha. O que só prova que uma Bimby não faz milagres. Corre melhor a uns do que a outros. Adiante. Uma sala cheia de cadeiras, uma cozinha decorada pelo IKEA. A sala estava cheia. Meti foto no Instagram (@ClaudiaOSimoes).

A Bimby foi apresentada. E depois começaram as receitas. Gelado de morango, néctar de manga, manteiga aromatizada, sopa de peixe, grão triturado, profiteroles com doce de caramelo, salada quatro estações com maionese aromatizada. Só de escrever isto fiquei com fome. Deram a provar à sala inteira todas as receitas. Perfeitas. Perfeitas! Nunca tinha comido uma sopa de peixe tão boa. Nem profiteroles tão bons. Precisam de provar! Obrigatório! Saí de lá com uma enorme vontade de ir bimbar mas eram onze e tal quando cheguei a casa.

Serviu de inspiração, aprendizagem e motivação para continuar a dedicar-me à arte da cozinha.

Neste curso de cozinha aprendi imensos truques e esclareci várias dúvidas. Os meus olhos brilhavam. Aposto que uma experiência destas convence até os mais cépticos. Não dá para ficar indiferente a uma máquina destas. É um mundo maravilhoso. Se eu era fã, fiquei super mega fã. Um dia, se surgir oportunidade (sei lá eu como será o futuro), vou vender Bimbys por este mundo fora. Juro.

A equipa foi espectacular. Os meus parabéns à organização. Recomendo imenso o curso de cozinha.

Não concordo com a Pipoca Mais Doce

*“Antes de trazerem mais um blog irrelevante ao mundo (o mundo não precisa, acreditem) façam-se algumas questões: para que é que eu quero um blog? O que é que eu quero dizer? Quem é que eu quero que me leia? O que é que eu trago de novo? Parem de pensar no fim e comecem pelo princípio.”*

São palavras da Pipoca Mais Doce num texto para a NiT. Por acaso, não estou de acordo. O mundo precisa de blogues irrelevantes, parvos, idiotas. O mundo precisa uns dos outros. Os blogues não precisam de motivos para existir mas podem ter objectivos para alcançar. Para existirem blogues bons, precisam de existir blogues maus. Só para termos com quem comparar. Só para sermos inspirados. Todavia, antes de criares um blog acho que as perguntas deviam ser: estou preparado para receber comentários parvos? Estou preparado para ser excluído porque tenho um blog parvo? Fico dependente do número de visualizações e quando não tenho “likes” às minhas fotos, amuo? Faço convites sem fim no facebook para ter muitos amigos só porque sim? Se por ventura o objectivo for convites, publicidade, dinheiro, então estás no caminho certo. É para isso que existem os blogues.

NiT actualiza-te pá

Acho a ideia da NiT engraçada. O conceito, os textos beca beca pardais ao ninho. Era escusado terem um texto sobre a saída da casa dos segredos com três semanas de atraso. A Vânia já saiu há séculos. Para além disso, o texto não tem piada nenhuma apesar da tentativa. De resto, muitos parabéns ao autor da ideia. Estávamos a precisar de originalidade.

Crianças, árvores de natal e palmadas

O ano passado fiz uma árvore de natal feita de livros. Este ano quero uma árvore de natal normal. Para ver o Gustavo encantado com as luzes. Quem sabe até morder uma ou das bolas. Ou até mesmo desembrulhar presentes dos outros. A polémica do momento é esta. Parece que andam para aí umas mães que não deixam os seus bebés tocar na árvore de natal. Podem ver, não podem tocar. Se possível, devemos dar umas palmadas para eles perceberem que não podem tocar com um dedo na fita colorida, na luz pisca-pisca, na bola vermelha. Eu acho que isto explica muita coisa. Estão a ver aqueles adultos que não gostam do natal? Pronto, devem ter ficado a ver as luzes de longe quando eram pequeninos.

Um dia encerro o blogue. Hoje não é o dia, mas falta um mês e pouco.

Ontem informei no Facebook que o blogue está em contagem decrescente para encerrar.

Preciso de mudar de ares, encerrar este blogue e seguir viagem. A blogoesfera está tão diferente, não é verdade? Cansei de várias coisas. Não há paciência, viu? Mostrar a cara só traz desvantagens, minha gente. Não que tenha medo de assumir aquilo que escrevo. Não tenho, mas a sociedade não está pronta para muita coisa. Sobretudo, para ovelhas negras.

Eu não passo a mão no pêlo de ninguém. Quando gosto de alguém, digo-o, não repito para não encher egos mal tratados. Pode subir à cabeça. Olha que sobe. Escrever um blogue, ter um canal no youtube, não faz de ninguém, alguém. Sabes quantos blogues existem no mundo? Sabes quantos canais existe no mundo? Pois. Só sei que não vejo vantagens de andar por aqui, excepto afastar os meus fantasmas. Nem um tostão ou roupa oferecida. Nem um livro editado ou cursos para dar. Snif, snif.

Escrevo por diversão, quando deixa de ser divertido e passa a ser uma grande vontade de dar murros na cabeça, não vale a pena. Portanto, vou continuar a escrever, mas em privado. Assim, até posso dizer nomes. E dizer (mais) asneiras. Não vou criar outro blogue neste registo. Só tenho pena das amizades que fiz por aqui. E do meu filho ficar sem um diário para mais tarde recordar. Afinal eu só escrevia sobre bebés.

Não estou com estas palavras para mais tarde voltar atrás. Vou entrar em 2015 sem este blogue. Um dia, quem sabe, regresso. Quando for reformada e tiver lido "Dom Quixote". A página do Facebook também é para encerrar. E estou a ponderar eliminar o twitter, mas ainda não sei.

Estou quase a fazer trinta anos, parece que vou deixar-me destas coisas. Um dia tinha de ser. Vou distanciar-me deste registo que muito fere egos, traz risadas a gente bem-disposta e azia a tantos outros (outras, as meninas são mais sensíveis!). Ando aqui há anos. Sempre fui assim. Com a mania. Parva. Refilo mais do que devo. Escrevo à toa. Não assumo culpas, não as tenho. Vão atirar-me pedras? Adoro julgamentos de pessoas perfeitas. Só que não.

O canal no Youtube em princípio só vai ter um vídeo por mês. Ou isso, ou também é para dizer adeus. Depende da minha vontade no próximo ano. O espaço no Youtube está a tornar-se pequeno para mim com tantos grupinhos e ódio. Aliás, levaram a blogoesfera para o Youtube. Santa paciência. Distância. Fiquem lá com aquilo, tanto me faz. Sejam felizes.

O blogue A Mulher que Ama Livros vai continuar. Ali ninguém me chateia. Pelo menos por enquanto. Também é pouco lido. Talvez seja por isso.

E é isto. Parece-me sexta-feira. Entretanto, vou aproveitar para queimar os últimos cartuchos até ao final do ano.

Reparação

A minha Bimby estragou-se pela segunda vez ao fim de uns dois dias de vir do arranjo. Fiquei pior que danada, mas não fui colocá-la a reparar logo. O visor estava cheio de humidade. Não dava para ver nada. Acabei por comprar uma balança para conseguir perceber o que estava a colocar a Bimby. Esta semana acordei e decidi ir reclamar. Agarrei na Bimby e lá fui eu. Antes liguei para a linha de apoio. Explicaram-me que não tinham Bimby de substituição e garantiam-me a reparação em menos de 48 horas. Assim foi, em menos de 24 horas tinha a Bimby com um painel de controlo novo. À terceira a reclamação no livro e na Deco não escapa.

Óbvio que iria falar no assunto

Calar é morrer ou assumir culpas. Descansada da minha vida, ao ligar a internet tenho uma notificação no twitter. Alguém (dizer “alguém” é uma indirecta?) dizia que eu tinha mania porque andava a dizer que outra pessoa tinha a mania porque essa tinha recusado participar numa troca de prendas no natal. Por acaso eu tenho a mania. Já assumi várias vezes. Nem acho que seja uma ofensa. Nem qualidade. Só um traço de personalidade. O problema foi o resto da acusação. Não sou mesquinha ao ponto de achar que alguém tem a mania porque não quer participar numa troca de prendas. Apenas fiquei triste com a ausência de respostas. Expressei o mesmo num texto. Não tenho paciência para birras. Agora entendo a ausência dessas respostas! Está mais do que explicado! Eu nunca achei que a outra pessoa tivesse a mania. Pelo contrário. Respeito-a, acho-a humilde. E olhem que não ganho nada em elogiar essa pessoa. Ela não me paga, não me beneficia em nada. Quando digo nada, é mesmo nada. 

 

Óbvio que eu confrontei a acusadora. Troca de palavras em privado (em público é tão feio!), tive a oportunidade de expor a minha posição. Não concordamos. Pontos de vista diferentes. Sem dúvida! Ela acha que mando indirectas (ainda estou para entender a quem) e até foi buscar uma lista. Frases: “os meus vídeos não têm edição, são vintage”; “a mim ninguém me diz como me devo comportar na blogoesfera”; o post sobre o movimento “stopthehate”; “as pessoas põem gostos nos vídeos sem verem. Tá mal”.

 

Vamos por partes.

 

Os meus vídeos não têm edição, são vintage. Não têm. Ela acha que devia ter deixado um comentário no vídeo da Chris. Não, não tinha de deixar comentário no vídeo de ninguém. E o meu comentário é sobre os meus vídeos, não é sobre os vídeos de ninguém. A Chris tem vídeos com edição, respeito o seu trabalho e acho os vídeos muito bons em termos de edição. O que tem o meu comentário de ofensivo? Nada.

 

A mim ninguém me diz como me devo comportar na blogoesfera. E não diz. Leio constantemente textos com regras sobre o assunto. E até existem formações. Não concordo. Disse-o. Indirecta? Mais directa era impossível. Houve um movimento “stopthehate” no youtube. Entrei em contacto com a pessoa perseguida e dei-lhe o meu total apoio. Frisei que não iria fazer um vídeo sobre o assunto porque não concordava com esses vídeos. No vídeo de outra pessoa deixei comentário sobre o assunto. Concordo em alguns pontos mas tenho uma opinião muito pessoal sobre o tema. Iria escrever um texto sobre isso. E escrevi. Escrevi um texto sobre críticas negativas. E continuo a ser da opinião que ninguém aceita críticas negativas, mesmo que construtivas. Em momento algum desrespeitei as pessoas que fizeram os vídeos. Mais uma vez fui directa. O meu post diz tudo.

 

As pessoas põem gostos nos vídeos sem verem. Tá mal. E é outra verdade. Na minha opinião. Não há aqui nenhuma indirecta. É directa, clara. Primeiro deviam ver os vídeos e depois escolher. Por vezes, vejo vídeos de meia hora com vários gostos com menos de um minuto online. Por vezes, gravamos um vídeo durante meia hora e as pessoas não assistem sequer a mais de dois e colocam gosto. Tanto trabalho para nada. Eu acho que está mal. Posso? Ofendi alguém? Até estou a defender o trabalho da comunidade. Ou acham que devíamos todas colocar gosto sem ver os vídeos?

 

Não gostarem de mim, tudo bem. Não gostarem do que eu escrevo, tudo bem. Não gostarem dos meus vídeos, tudo bem. Falarem mal de mim, tudo bem. Deixarem de colocar gostos nos meus vídeos, fazer comentários, subscrever o meu canal, tudo bem, tudo bem. Não me acusem de não dizer as coisas de forma directa porque mais directa do que sou no Facebook e no meu blog é impossível. Repito, não são ataques pessoais. Tenho direito à minha opinião. Deus me livre de atacar pessoas que respeito ou gosto. Era contraditório. Parece-me que tudo o que escrevo tem um tom crítico e negativo. Estou a imaginar a cena. A reunião. Como se não soubesse o que a casa gasta...

 

Fiquei a entender algumas atitudes de terceiros ao longo destes meses. Que atitudes? Afastamento! Óbvio. Até deixaram de responder aos meus comentários. Enfim. E eu sem nada saber. É triste. Grande desilusão.

 

Ter opiniões diferentes não faz de mim uma pessoa odiosa. Ter a coragem de dizer o que penso não faz do que penso um ataque seja a quem for. Quando digo que gosto, gosto. Como escrevi ontem no twitter: “não sigo quem não gosto, não leio quem não gosto, não comento quem não gosto, não coloco gosto quando não gosto”. Peço o mesmo. É isso que eu faço.

 

Não pertenço a grupos, não presto vassalagem e sou fiel aos meus princípios. E não, não temos de fazer tudo o que os outros fazem para ser aceite e respeitada. E isso, normalmente ofende muita gente. Ser diferente tem um preço.

 

E ser frontal não é dizer a alguém “não gosto de ti”. Isso é ser mau.

 

Obrigada. De nada. Fui clara?

Não existem bebés feios, ou existem?

Quando um bebé é feio ninguém diz nada. Faz de conta que é bonito. Ai coisa tão fofa. Ai tão perfeitinho. Nem têm nada que dizer. Existem bebés feios, assim como existem bebés bonitos. E a beleza tão relativa. Aliás, há quem ache os bebés todos feios. Já ouvi comentários tristes acerca do assunto. Normalmente achava os bebés feios (sem graça), mas depois de ser mãe as coisas mudaram. Um botão qualquer na minha cabeça trocou de posição. Gosto mais de bebés, mas não os acho espectaculares. Todos não. Só aqueles com quem tenho uma ligação. Por um motivo ou outro fazem parte da minha vida de uma forma querida. Recentemente, vi por aí uma foto de uma mãe toda babada com o seu bebé. Anunciava ao mundo o quanto ele era bonito. Sempre que mostrei a foto desse bebé a alguém as pessoas teceram comentários maldosos. Pessoalmente diriam, tão fofinhoooooooo. É o amor. O amor não deixa uma mãe quieta. As mães têm os olhos todos trocados. Eu própria tenho. Ser bonito também não é nada de outro mundo. Nem sequer é importante. E todos sabemos que as mães são aquelas que incentivam o pior cantor a cantar. O meu filho canta tão bem. Canta, canta. Não vás falar com o Manel do programa da SIC para saber a verdade, acabas por morrer ignorante. Acho giro a falta de noção que as mães têm. Algumas, vá. Diz o ditado: “quem feio ama bonito lhe parece”. O amor faz do pior cenário um quadro cor-de-rosa cheio de bolinhas. E não há mal nenhum nisso, só estou a conversar.

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