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A Mulher Certa

claudiaoliveira23[gmail]com

A Mulher Certa

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...

Ele sossega o meu coração inseguro. Tantas dúvidas neste momento. Tantas inseguranças em dias como este. Eu, que penso no dia lá longe, temo as minhas capacidades. Sentimentos ainda a descobrir. Sem preparação. Toma, faz disto o que achares melhor. É mais ou menos assim. Nao sei muito bem o que fazer com a novidade. Por vezes, sei. Por vezes, é fácil. Outras, nem tanto. 

 

Vou preparar alguma coisa para comer. Deve ser fome.

1 + 1 nem sempre é 2

1+1 é igual a 2. Toda a gente sabe. Deduzo, toda a gente. Até o caracol da aldeia. Para o mundo ficar equilibrado tem de existir uma alma parva que insiste que 1+1 é 56356343435,455677647/3*234345454556645=258 raiz quadrada de 5. Por mais que uma pessoa explique, não vale a pena. Só querem ver aquilo e mais nada. Não tenho pena nenhuma dessas pessoas. Cada um é feliz à sua maneira. Tenho pena é de mim, e dos que continuam a querer explicar o B-A-BÁ a quem não vê nada e não quer ver.

Gostava de ser mosca

Parece que o miúdo vai conseguir o encontro com a Sara Sampaio que se comprometeu a ir jantar com ele caso conseguisse 10000 RT´s antes do final do mês de Julho. Parece que o miúdo vai acompanhado do seu pai e que será ele a pagar o jantar. 16 anos, com objectivos de vida maravilhosos. Ideias destas nascem em época de férias. Em vez de estar a jogar computador, está no twitter a pedir a realização de um sonho. Cada um cria o sonho que quer. Nada contra. Cada um diverte-se como quer. Nada contra. Só gostava de ser mosca para saber como vai correr o encontro entre eles. Será que o miúdo vai levar o telemóvel? Será que vai conseguir falar sem engasgar-se com o caroço da azeitona? E o que ganha a Sara com isto? Seguidores no twitter e um jantar de borla. Ok.

De volta às leituras

Chegou a hora de acabar com a crise literária. De volta às leituras. De preferência para ler os livros da TAG que eu criei “12 Livros para 2013”. O namorado martelou-me a cabeça, incentivou-me, foi buscar o livro ao alto da estante. “Os Irmãos Karamázov” do Dostoi. Um calhamaço, numa edição linda, pesada e com cheiro a mofo. Cheira tão mal! Comecei a ler e estou a gostar imenso! Adoro a escrita deste autor russo. Aliás, adoro os escritores russos. Estou ainda nas primeiras vinte páginas e bastante entusiasmada para continuar. Espero que o cheiro não perturbe a leitura. Não estou a participar na maratona literária mas estou a pensar fazer nas minhas férias. Quatro diazitos estão a chegar para descansar.

Amor à segunda vista

Por falar em amor à primeira vista. Leiam este texto maravilhoso.

 

Já me apaixonei à primeira vista e não resultou. Um sorriso não mostra a personalidade de quem o sorri. Nem duas pessoas se conjugam tão bem sem antes experimentarem. Já me apaixonei à segunda vista, a parte de dentro. E senti a certeza de que ali tinha acertado. Ali, nele, iria viver uma verdadeira história de amor. Mas o medo demorou fazer-me arriscar. Estaria preparada para o amor? Saberia equilibrar-me nos fios soltos do conforto? Muitas vezes, esperamos pelo amor e quando o encontramos só o queremos agarrar e não deixar fugir. Ou, pelo contrário, não sabemos se o queremos agarrar. Nem como agarrar. Um turbilhão de emoções, frio, quente, assim-assim. Quando disse que sim ao meu coração, permiti-me viver uma história de amor que me iria completar desde o primeiro instante. Viver longe do limbo, do medo (o outro) deu-me a certeza que existem amores para ficar. Maduros, completos, certos. Deixando o passado onde tem de estar. Querendo o futuro devagar. O amor certo existe, o companheiro certo existe. Talvez seja descoberto ao fim de algumas tentativas falhadas. Comigo foi assim. Nunca fui de me contentar com pouco e por isso nunca descansei de procurar. Sem problemas em trocar, trocar e voltar a trocar. A minha vida é minha. Ninguém nasce com certezas de nada. Quando menos esperava, tropecei nele e só percebi ao fim de vários olhares. Questionando sempre, até deixar de questionar. Era ele, é ele.

mudei eu, mudou a mãe

Convenci a minha mãe a pintar o cabelo com o tom caramelo da Cláudia Vieira (salvo seja). Meti mãos às obras, sequei-lhe o cabelo, maquiei-a, tirei-lhe fotos. Diferente. As mulheres arranjadas ficam tão mais giras. Por vezes, o desleixo ou a rotina casa-trabalho acaba com isso o que é uma pena. O resultado ficou muito bem. Digamos que foi bom vê-la perder dez anos. E acabou por um momento divertido, cheio de gargalhadas.

os programas de domingo à noite

Não gostei das piadinhas sem fundamento da Cristina, sempre com a boca virada para a parvoíce. Mesmo com o elemento mais sério do júri, aquele que dá credibilidade ao programa, Cristina parece que não gosta de coisas sérias, quer é brincadeira. A piada da cama foi tão parva. Em vez de se calar, continuou a repetir, enquanto ria sozinha da sua própria parvoíce. Gosto dela como apresentadora, mas o azeite que ela faz questão de manter para ter piada, é desnecessário. Falta-lhe aquele toque de classe que só a Catarina Furtado tem. E talvez por isso, ela consiga chegar a todas as pessoas. Gosto do formato, adoro dança. Adorei ver a Sofia Ribeiro, Pedro Barroso e Rita Pereira. Estou curiosa pelos próximos domingos. Não entendo porque continuam a dar à Alexandra Lencastre o papel de júri. Gostei de ouvir o Cifrão falar. Gostei do apresentador da sala vermelha. Tive pena de ver o senhor cujo-não-me-lembro-o nome ser gozado a torto e a direito. A roupa da Cristina era horrível, e o penteado idem. É isto.

 

Quanto ao programa da SIC, nem vou comentar.

O roupeiro tem a tua idade?

do site starsonline

 

Cinha Jardim, tem que idade? Mais que a minha mãe. Não sei ao certo, mas mais que ela tem de certeza. Mas a senhora veste-se tão bem, sempre tão jovial que engana a idade e passa rasteira a quem tenta acertar. Adoro, ela usa cores alegres, roupas giríssimas. E não precisa de decotes para mostrar que está bela e formosa. Adoro a postura, a alegria. Estou sempre a tentar incutir este espírito aos outros. Não precisam de andar sempre vestidas como velhas. Há tanta escolha, cores tão bonitas. Vá, toca a modernizar esse armário feio e poeirento.

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