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A Mulher Certa

claudiaoliveira23[gmail]com

A Mulher Certa

claudiaoliveira23[gmail]com

...

O homem que encontrou o tesouro devia saber que o dinheiro não traz felicidade. O homem devia saber que é bom partilhar a felicidade com uma mulher. A mulher dá beleza a tudo, até ao dinheiro. O homem não devia guardar o dinheiro convencido que o melhor é guardar. Não se deve guardar felicidade. O homem era muito mais feliz antes de descobrir que o dinheiro é essencial para encontrar uma mulher feliz. Agora não precisa de se preocupar com isso, mas encontrar a mulher certa não será tarefa fácil. Principalmente, agora que tem dinheiro.

Estreia da peça "Os Portas"

"Acordei agora não tinha mais nada passado a ferro."
Adoro as sandálias, gosto do conjunto.
Quando for grande quero ser assim.
O casal branco mais branco não há.
Esta rapariga está uma mulher linda! Super elegante.
" Destorce, destorce, torce, vá vá... alto!"
Gosto de tudo!
fotos estão no site Lux.

por falar em erros ortográficos

Ontem à noite, alguém disse que já terminou uma relação amorosa por causa de erros ortográficos. Entendo, quando o sentimento é fraquinho qualquer motivo dá jeito. As sms têm escrita inteligente, pessoal! Hoje em dia escrever sem erros é raro. Acho muito porreiro um homem não dar erros, por exemplo. E quem não sabe, está sempre na hora de aprender, certo? Há erros onde se confunde o "cesta" pelo "sexta", "queria" pelo "cria" ou "tans" em vez do "tens". Uma pessoa corrige uma vez, duas vezes, depois fica sem paciência. Por falar em erros, espreitem este tumblr, cheio de frases escolhidas onde as pessoas não sabem muito bem como se escreve.

 

Sei lá como se escreve

 

Mas pior que erros ortográficos são os erros na hora de falar. E há com cada um. Nossa senhora. 

no final vão perceber porque vos conto estas duas histórias

Quando era pequenina fazia as compras para a minha mãe numa bicicleta com cesto à frente. Pedalava uns bons quilómetros para encontrar a mercearia mais próxima. Era a loja da Zita. A Zita tinha um cão que costumava estar cá fora. Como tinha (e tenho) medo de cães ( um medo sério, faz favor) não entrava na loja enquanto o cão lá estivesse. Parava a bicicleta antes de chegar à loja e esperava que alguém aparecesse para prender o cão. Esperava o tempo que fosse preciso.

 

Hoje em dia, acontece algo muito parecido. Vou a pé para o trabalho e há uma loja de antiguidades aqui perto. À porta está um cão, umas vezes preso, outras vezes solto. Ninguém faz ideia das vezes que já apanhei sustos com aquele cão. Sai da casota a correr na minha direcção, a ladrar e só não me morde porque dou dois gritos histéricos. Ou mostro que sou muito forte com a mala no ar. Já aconteceu quase ser atropelada porque me mando para a estrada. Acho que ele também tem medo de mim. Ultimamente, tenho optado por ir no outro lado da estrada, apesar das péssimas condições para os saltos altos ( para além da lama e poeira). Vou cair, mais cedo ou mais tarde, mas pelo menos não sou mordida.

 

As histórias teimam em repetir-se quando o medo não desaparece, não é?

o raio das cartas e do dinheiro que vem da ganância e da vontade de mudar tudo e todos

A ganância dá trabalho aos outros.

 

Imagina, queres dinheiro, muitooooo dinheiro. Fazes o que estiver ao teu alcance para atingir esse objectivo. Decides que só consegues chegar mais rápido ao dinheiro quanto mais rápido o receberes. Mas estás a pensar escrever cartas com o pedido. Está certo? Não está certo. O erro está nas cartas. As cartas dão trabalho. As pessoas não abrem as cartas. As pessoas só dão aquilo que querem, quando querem. Escrever mil cartas por dia dá trabalho e não é o método mais eficaz. 

não sabes o que és, nem o que podes

Apaixono-me devagar, à pressa. Quero entregar o meu coração, amar, chorar e voltar a apaixonar-me. Sou uma brisa que toca forte por onde passa. Ás vezes, nem chego a passar. Não me entrego mas dou tudo o que posso. Para bem e para o mal. Chego com pés de algodão, corro com pegadas de dinaussauro. Uma pegada rara, comum. Sou o oito e o oitenta. O riso e o choro. A chapada, o mimo. Sou e não sou. O meu coração é sempre meu, primeiro meu, todo meu. O coração não se entrega na totalidade, com medo de ficar reduzido a um pedaço pequeno com sabor a vinagre. Detesto vinagre.  Não sei nada de mim, é isso que sei.

os blogues também relaxam

Não sei o verdadeiro motivo mas gosto de partilhar as compras, o que visto, o que tenho, o que gostava de ter. Gosto de o fazer porque também gosto de ler blogues onde fazem o mesmo. Não tem nada a ver com vaidade ( um pouco, vá) mas na maioria das vezes porque gosto de trocar impressões. Os blogues também servem para isso, certo? É um bocadinho como falar com conhecidos sem voz. É como um pequeno livro, uma revista perdida na sala de espera. Enquanto uma pessoa aqui anda não pensa em problemas. Relaxa, anima um bocadinho.
*os sapatos são da Blanco

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