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A Mulher Certa

claudiaoliveira23[gmail]com

A Mulher Certa

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claro que não, claro

Se o meu pai fosse como as músicas que ouvia tinha sangue na guelra e se cá estivesse (ainda) não me deixaria passar uma noite sem dançar sevilhanas. Hoje, por exemplo, era disso que precisava. "Olha pai, achas que sou má?", "Não digas disparates, uma pessoa má não faz esse tipo de perguntas."

 

Eu sabia.

...

 

Adeus Postiga, adeus Djaló, adeus Luciana. Foi dia de dizer adeus a quem está a mais e esperar por quem vem substituir o vazio que ficou. Ninguém é insubstituível. Ninguém, e a partir do momento que alguém sequer pensa que é, está a meter em causa o seu lugar.

segundas leituras (erradas) dos meus textos

 

Já tive problemas com este blogue.Vou contar-vos a situação mais recente.

 

Infelizmente, existem pessoas que gostam de tirar segundas leituras do que escrevo ( ou qualquer outra pessoa) e arrastam a situação para a vida real. Sim, aconteceu comigo. Há uns tempos, escrevi um texto sobre pessoas cuidarem da sua própria roupa e não irem para a rua com nódoas. Normal, certo? Aliás, lembro-me perfeitamente que o texto em questão era direccionado ao meu namorado que teima em dizer que eu não devia reparar nessas coisas. Pois, mas reparo. E vou continuar a reparar. Não é por mal, nem ando com uma lupa, também não tenho hábito de chamar nomes a pessoas que usam roupa por passar a ferro ou com nódoas. No mínimo, acho-os descuidados mas chega. Não gozo, não me acho superior por isso ou inferior (óbvio). É um texto generalizado, onde evidencio o meu cuidado com a roupa. Não estou a dizer que me visto melhor, estou a dizer que tenho cuidado e me irritam nódoas na minha própria roupa, só isso. Que uma pessoa não tem a mania da superioridade só porque gosta de ser cuidar. Coloquei esse texto no facebook, dias depois, na vida real, estavam a divulgar informações erradas a meu respeito. Diziam que o dito texto era sobre um grupo pequeno de pessoas com quem convivia ( amigos, não!), que tinha vergonha da forma como se vestiam e que me achava superior. Fiquei pasmada com tamanha criatividade, justifiquei-me mas como os problemas não pararam decidi cortar relações. Foi o melhor que fiz, o facto de eu querer estar junto não foi suficiente então mais vale cortar pela raiz.

 

Este, e outros problemas, tiraram a espontaneidade dos meus textos. Tenho pena, mas pretendo daqui para a frente não me deixar influenciar na forma como escrevo. E se tiverem dúvidas, contactem-me antes de tirar segundas leituras dos meus textos. Ok?

Chiara, Chiara

Quando tiver 1.70m vou querer ser como a Chiara. Ter um cão-babão e uma casa novinha. Quero ter caixas de sapatos com sapatos lá dentro e andar a passear de barco pelos rios da minha Alenquer. Depois, faço um big festão para criar um ambiente social agradável e conseguir muitos amigos. Não é que me importa muito ter pessoas a chorar no meu funeral mas diz que é triste não ter ninguém que chore por nós. Cá não acho, não me interessa minimamente quem chore por mim. Prefiro aqueles que me limpam as lágrimas. 

...

Fui a Cascais ver os Klepht (e o James que ouvi de longe), (quase) uma hora para comer uma pita e perdi nas apostas dos cavalos (cabrões). Valeu a música, a noite, a companhia (o amor anda na terra). Ah, Cascais está cada vez mais bonita.

...

Tenho tanto mau feitio que ninguém me atura, nem gosta de mim. Estou sempre de trombas e os meus amigos são apenas elefantes. Tenho pena mas não consigo mudar. A tromba nasceu comigo e o meu sangue é azedo. Nada a fazer. Para conquistar o meu lado bom também não é muito difícil mas dura menos de quinze dias. Portanto, nem sequer vale o esforço. Tenho mudanças de humor sem jeito nenhum e costumo ferir as pessoas mais sensíveis. Acho-me dona do meu nariz como qualquer pessoa que tenha nariz, "fogo, é única coisa que é realmente nossa".

...

A Daniela acabou de ler uns textos antigos deste blogue, onde ela é o tema principal em alguns textos. Fartou-se rir. Agora quer criar um blogue. Oh senhores, não sei o meu coração aguenta.

 

(é tão giro relembrar situações quando ela era mais nova)

...

Quando for velhinha talvez a pele do bronze caia de uma vez por todas. Até lá, vou usando calças para disfarçar a porcaria das manchas que se instalaram por burrice. Não fiz exfoliação, burrice. Não coloquei protector, burrice. Não me protegi do Sol,  burrice. Não meti hidratante suficiente, burrice. E pronto, as consequências duram há mais de uma semana. Logo eu, que adoro vestidos, saias e calções. Quando for velhinha, vou ser a velhota mais sexy da minha terra, vou vingar-me dos dias que me andei a esconder. As minhas rugas serão vistosas que nem cerejas.

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