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A Mulher Certa

claudiaoliveira23[gmail]com

A Mulher Certa

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ontem no Rock in Rio

 

 

Não queria exagerar mas vou . O concerto dos Muse foi o concerto da minha (curta) vida. Perfeito, de me levar às lágrimas com tanta emoção. Arrepiante e poderoso. Grande momento, para sempre recordar. Os meus olhos brilhavam, a minha voz gritava e os pêlos dos meus braços ficaram arrepiados. Não do vento, garanto.Momento alto a abertura do grupo, a tão conhecida música Starlight (só podia) e o piano. Meu Deus, o piano. Lindo com Supermassive Blackhole. Tudo e tanto.

 

Quanto ao evento em geral, desilusão. A tenda electrónica foi fraca, fraquinha. Pouco. Quase zero. Os Expensive Soul igual. Não aqueceram o publico. As filas, as ofertas, a poeira, a confusão na hora de comer pizza. Não, não me agradou. Felizmente tinha os Muse, a cereja no topo do (meu) bolo. Valeram os Caipirões, o fogo de artificio, a sorte na hora do WC, a companhia, os Xutos e relva onde deu para estar deitada, a olhar a lua perfeita e a ouvir Say Yes dos Snow Patrol.

 

My life
You electrify my life
Lets conspire to ignite
All the souls that would die just to feel alive
Muse, Starlight

vou ali

com os ténis calçados e um top qualquer.a mala levezinha. sem máquina fotográfica. telemóvel com bateria. vontade de ouvir os Muse, os Snow Patrol e dançar com o Diego Miranda (salvo seja). vou ali e pretendo trazer a música comigo, os ténis calçados e zero brindes.  

(para a Cátia Sousa) o amor é mais que um conto de fadas

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Não acredito em contos de fadas. Não acredito em histórias de encantar. Já acreditei.  Deixei de sonhar com a perfeição. Não existe e é mesmo assim. Talvez nos livros, nos filmes, na música. No amor não. É diferente do que se espera. É duro, sente-se dor, temos medo, temos esperança, temos tanto para dar. Dá trabalho, é uma batalha. Chegamos a sentir cansaço. Medo da solidão. Ciúmes. Raiva e até insegurança. O amor que conheço é assim. Imperfeito, mas principalmente sincero. Feliz na alma. O truque é acreditar. Quando isso deixa de acontecer, o resto morre junto. Não há orgulho que consiga ser maior que a morte. Podemos estar meses a odiar o amor por alguém. Não serve, não é justo o sofrimento. Sem virar as costas na totalidade, mesmo que seja o pior do Mundo. A resposta será sempre a mesma: "mas amo-o/mas gosto dele...". Isso não se evita. Só acaba quando se deixa de acreditar. Venha o que vier. Quem vier.

 

(Cláudia é um nome bonito. Um dia Inês também será)

Rubrica se lesses blogues

 

Pois é, esta semana falou-se muitos nos vestidos das meninas dos Globos de Ouro. O pior e o melhor ficou por conta dos blogues. "Ai que a Rita Ferra estava horrível, ai que a irmã do CR estava pavorosa, ai que a Cláudia Vieira estava tão linda e com um corpão de fazer inveja".

 

 

 Se lesses blogues saberias que ninguém gosta de vuvuzelas. Fazem barulho e nós gostamos do sossego. Talvez por isso também não gostamos de música nos blogues dos outros. Lá está, silêncio. Talvez para escrever, talvez para ler, ou simplesmente porque sim. Vuvuzelas? Longe!

 

O Rock in Rio? Ameno. Tão ameno que quase não se dá por ele, ao contrário da estreia do novo filme Sexo e a Cidade.

 

Se andasses por cá também saberias que as bloggers não dispensam uma boa máquina fotográfica. Boas fotografias com qualidade. Um clique a um vestido, a um bom jantar ou aos jogadores de Roland Garros. Temos especialista ( e super fã) no assunto, pelos vistos.

 

O Lost vai acabar e as opiniões divergem. Adorado por uns, odiado por outros. Ai querido Lost, quase que consegues superar a paixão dos bloggers pela Anatomia de Grey. Quase.

 

 

in Luna do Blogue Crónicas de Horas Perdidas

 

"E quem não acha que o final de Lost faz lembrar um filme de M. Night Shyamalan ponha o dedo no ar.

 

(quem não perceber porque é que isso é mau escusa de responder)"

 

do pior

acho graça àqueles que só gostam de mim por interesse. um interesse medonho de desespero. que usam os outros para se salvarem de morrer afogados. mas acabam sempre por morrer sozinhos. sem ajuda de ninguém para os afogar. é uma capacidade extraordinária. fazem a merda sozinhos. tentando despistar os próprios erros com os erros dos outros. é tão mais fácil. gente dessa prefiro distância na esperança de um dia perceberem e virem em busca de um perdão.e eu fico a ver. sem rir. porque até nem sequer acho graça ao mal dos outros, mesmo quando acham do meu. só acho graça porque quando precisam, sou o ser mais perfeito à face da Terra. logo eu que de perfeita não tenho nada. com uma diferença. não uso ninguém por interesse e só isso me faz sentir menos imperfeita.

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