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A Mulher Certa

claudiaoliveira23[gmail]com

A Mulher Certa

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Livro: Crepusculo e o seguinte

ouvi falar tão bem do livro que a expectativa foi alta. não correspondeu à minha expectativa. nem perto. o livro conta a história de amor entre um vampiro e uma mortal. pronto, está bem. consegui imaginar o vampiro, o que não é nada mau. mas e então? o livro não é espectacular, como me disseram. não me faz amar daquela maneira. não me faz desejar ser mordida por um vampiro. nada disso. é verdade que li o livro de uma forma rápida. dá vontade de saber mais e mais. mas não é pela magnifica história. é apenas para ver se me surpreende. mal comecei as primeiras páginas, descobri o final. fácil. e imaginam onde é que termina? no baile de finalistas. surpresas? zero. 

 

 

ainda bem que foi o boyfriend a oferecer. ia ficar desgostada por gastar dinheiro neste livro.  

 

sei que muita gente aderiu à moda dos vampiros. comprou os livros todos. viu o filme. bla bla bla. eu não faço intenções de perder o tempo com o resto da trilogia. é fraca. fraquinha.

 

e agora sim... comecei um livro "sim senhor". Arquipélago das Insónias" de António Lobo Antunes. O meu querido e amado escritor. E se for mau ( que não acredito), também tive a sorte de ter sido a Marta a oferecer. Veremos.

 

Imagens: Google

 

(e já vi por aí uma página onde podem fazer o download de todos os livros do Crepusculo, xiiiiiiiuuuuuu)

Tenho pena

de me disseres que hoje queres ficar em casa. Quando é feriado. Tenho pena quando eu faço um esforço para te entender e não te queres explicar. tenho pena de te ter estragado o Carnaval que tanto gostas e eu não. Tenho muita pena de não poder voltar atrás e agir de forma diferente. Tenho pena que depois de tudo o que passámos, tenhas agido comigo como se eu fosse uma estranha. Tenho pena que vires as costas aos problemas e não querias enfrentar. Como se tudo passasse com o tempo. Tenho pena de me sentir uma inutil.

 

Tenho pena de mim.

Outras danças

Eu queria ter coragem para me vestir de dançarina de can can e ir ter contigo. Divertir-me no Carnaval, no teu Carnaval. Mas prefiro ficar em casa. Gosto dos livros e da música nos ouvidos. Gosto do sossego da minha casa à noite, já não tenho medo de estar sozinha. Sou assim. Gostava de gostar de samba como tu, só que acho uma parvoice. Gostava de ter os teus gostos, para partilhar da tua alegria, só que o que me dá alegria é estar longe disso. Não sou assim, por mais que queira fazer um esforço para te agrdar. Estar por perto. Gostava de partilhar esses momentos, mas prefiro escrever sentada ao computador ou no meu caderno preto. Talvez seja diferente de tudo e todos. Não me culpo, mas gostava de ver pelos teus olhos o que vês. Para perceber. Para gostar. Acredito que dois Mundos diferentes se podem juntar. Se souberes gostar de mim, mesmo que não queira ir contigo às tuas festas. Se perceberes que não é ali que me sinto feliz. Penso bem, não me sinto feliz em lado nenhum. Problema o meu, eu sei. Nem quero ser. Gosto de andar à procura da felicidade por outros caminhos. Ou mesmo parada. Gostava de saber sambar só para te orgulhares, para dançar a tua dança. Mas não sei. As minhas danças são outras. De outra forma. Mesmo assim, se souberes gostar de mim assim é porque só te interessa gostar de mim.  

 

O tango dança-se com duas pessoas, e é essa a dança que gosto. Samba não, por favor!

Prometi escrever

Quero escrever sobre uma pessoa que é muito importante para mim. Aliás, prometi ao próprio escrever sobre ele nos próximos dias. Já tenho frases para um texto sobre ele. Tenho memórias nossas que se juntam e formam frases ou filmes. Só que hoje não consigo. A inspiração não chega. Talvez seja por ser sexta ou porque o trabalho está a dar cabo de mim. Não sei. mas está prometido. Ou não me chame eu Cláudia.

 

Sobre ele, há tanto para dizer. como fios entrelaçados que não chegam a ligar a lado nenhum.

 

XX

Eles existem

Ola tudo bem ?
Adoraria te conhecer melhor... 24 anos ( novo, porém maduro tanto na cama tanto como pessoa), cabelo curto, branco, 1,74 altura, 67kg peso... carinhoso, cheiroso, quase todo depilado, amigo, companheiro, e muito mais muito atrevido na cama, adoro fantasias e aprender coisas novas, adoro dominar e ser dominado, curto tambem fetiches como, lugares diferentes, chantilly, gel, e outras coisas...topo tudo em 4 paredes, adoro fazer uma mulher ter prazer só com a minha boca, com a minha lingua atrevida, se não queres penetração sem problema é como eu disse adoro fazer oral e ver uma mulher ficar totalmente humida só com a minha lingua e meus dedos.... podemos nos conhecer melhor ? estudo, trabalho, tenho carro proprio....

se interessar manda um e-mail : powerofdreams84@hotmail.com .... beijos molhados onde a tua imaginação poder te levar ... aguardo ansioso

 

 

Sim! Recebi este mail. O homem é um espectáculo, pena ninguém o querer e andar a enviar mails a pedir  "por favor, come-me". Não me parece, és tão maduro que cheiras a podre.

Não te amo

Não te amo, mas ainda hoje sonhei contigo. Que me agarravas o rosto e me beijavas. E eu deixava. Acho muito estranho entrares no meu sonho assim, sem eu deixar. Agarravas a minha mão e puxavas-me para junto de ti, ao mesmo tempo que me escondias da tua família. Via-te a correr com alegria, a mostrar a minha foto na tua carteira, a esconder a caixa com tudo o que te dei. Fazia parte de ti, da tua vida ainda. Não te amo, não tenho saudades do que passámos juntos. De nada. Posso guardar algumas recordações mas só isso. Estiveste de passagem. Nem sequer penso em ti nos dias de chuva. Não penso em ti sequer. Não vejo as fotos que tirámos juntos, nem fico com lágrimas nos olhos. Não fico nostálgica quando te vejo na rua e a realizares os teus sonhos. Os sonhos que sempre quis que fosses à luta. Era a primeira a querer que fosses feliz. E fazia-te. Longe de ti era muito mais feliz. Sem ti, eu própria era muito mais feliz. Tinha de haver alguém que sofresse por causa da “tal” felicidade. Foste tu. Jamais deixaria que fosse eu. Chegou o tempo que deixei ser eu. Não tenho pena de ti, porque sei que agora estás bem. Apesar de sozinho. Com vontade de teres alguém contigo, mas bem. Não me custa saber que afinal sempre sabes viver sem mim. Ao contrário do que dizias. Já lá foi o tempo que custava. Egoísmo da minha parte. Não sou a única. Há muitas mulheres assim. Deixam partir, mas não deixam ir. Até um dia. Até ao dia, que acordo e não percebo porque entras no meu sonho e não tenho vontade nenhuma que voltes a entrar. Porque te enganaste. Hoje foi o dia que fechei mais uma porta. A porta está fechada há imenso tempo, mas foi hoje que percebi que fechei e deitei as chaves fora. Foi a tua passagem que me fez amar alguém de verdade. A ti não te amo, nem nunca amei. Sendo sincera, desde já.

 

É tão bom amar alguém, com todas as portas fechadas. São as certezas do coração. E só assim se consegue amar de verdade. Com toda a verdade.

Tinha de ser

Quando mais se fala, enfim...

 

Tudo deixa de ter importância quando a minha sobrinha Eva vai para o hospital fazer um exame à cabeça. A menina não mexe o olho esquerdo. Deixa de ter qualquer importância os mexericos ou as futilidades. Agora só ela é o centro das minhas preocupações. Só ela. E doí cá dentro mesmo sem saber o resultado.

 

 

Verdade seja dita

 

 

 

Não tenho escrito textos maravilhosos. Eu sei. Também já não penso neles como fazia. Para eu escrever BEM, tenho de escrever com alma. Só que a minha alma anda malandra e prefere passear para outros sitios. Ando dedicada ao meu outro blog que tem tido mais visitas que este, mas comentários que este. Lá está. A alma não está em dois lugares ao mesmo tempo. Se tiver, só está um bocadinho de cada. Não pretendo fechar o blog. Nada disso. Apartir de agora, escrevo quando me apetecer. Quando tiver alguma coisa para contar. Noticias minhas podem ter no blog do lado. BATOM. Ficam a saber alguma coisa de mim. Pelo menos onde ando a gastar dinheiro e tempo.

 

Sou do tempo em que os blogues tinham comentários jeitosos. Em que as pessoas não ficavam em pulgas com a tristeza dos outros. Que apoiavam quem estava feliz. Eu estou. E muito bem, obrigada. Desculpem lá, não ter lágrimas, nem coisinhas tristes para vos contar. 

 

 

- Tudo me corre bem.

- Fico muito contente.

 

- Sinto-me tão infeliz.

- Porquê? Que aconteceu? Deixa lá, isso passa... E agora?

 

 

Pois é. 

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